Apoiada pelo Idam, casa de polpas em Maraã gerou mais de R$ 36,7 mil em 2020

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O Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam) divulgou o levantamento da produção da Casa de Polpas, do município de Maraã (a 634 quilômetros de Manaus), em 2020. Localizada na comunidade Boa Esperança-RDS Amanã, a casa produziu 4,6 toneladas de polpas, que gerou renda de  R$ 36,7 mil, beneficiando 13 famílias, um total de 43 pessoas diretamente.

Na produção das polpas foram utilizadas mais de 4,8 toneladas de frutas, como o açaí, cupuaçu, goiaba, goiaba-araçá e camu-camu. Também foram produzidos, com a utilização de 1,6 tonelada de polpa, 8,1 mil dindins (espécie de picolé artesanal preparado dentro de pequenos sacos plásticos), gerando R$ 8,1 mil.

De acordo com gerente da unidade local do Idam em Maraã, Deivid Gomes, “a maioria das polpas de açaí foi vendida para os programas nacionais de Aquisição de Alimentos (PAA Sepror) e de Alimentação Escolar (PNAE municipal). Sem esses dois programas, o consumo dessas polpas seria bem menor”.

Casa de Polpas

O projeto foi criado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM), em parceria com a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e grupo de produtores de polpas de frutas da comunidade de Boa Esperança. É financiado pelo Fundo Amazônia e gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desde 2018.

Também existe parceria com a Prefeitura Municipal de Maraã, o Departamento de Mudanças Climáticas e Gestão de UC da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Demuc/Sema) e a Central das Associações de Moradores e Usuários da Reserva de Amanã (Camura).

“A casa é de extrema importância para a geração de renda e abastecimento. Através desse projeto de polpas, o município também abre mais oportunidades no mercado de trabalho, e por isso, a nossa meta nesse ano é aumentar a produção em 30%”, informou Deivid Gomes.

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